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O poder de uma viagem

4 de outubro de 2017 Sem categoria

Você já parou para pensar por que a maioria das pessoas gosta tanto de viajar?  O que de fato acontece em nosso corpo e nossa mente quando viajamos que explica essa sensação de bem-estar tão profunda?

 

Em muitos casos do cotidiano as pessoas vivem no módulo automático, como se estivessem seguindo normas, exigências e compromissos o tempo todo. Essa sequência de atividades que engolem nossa vitalidade, se não enxergadas com cautela, podem anestesiar nossos sentimentos e escurecer nossa verdadeira visão de mundo.

 

As viagens surgem como uma oportunidade de ativar e despertar as pessoas para aquilo que elas realmente gostariam de fazer. É um acordo feito no mundo inteiro de trégua. Como se todos falassem “eu te entendo e não vou te incomodar, assim você curte esse momento da forma que quiser”. E longe das responsabilidades as pessoas lembram melhor de quem elas são e do que elas realmente gostam.

 

Pensando nisso, neste post vamos relatar alguns processos e aprendizados que fazem com que as viagens tenham um poder tão grande. Acompanhe!

Benefícios internos de uma viagem

 

Já reparou que quando viajamos tudo parece ser mais intenso? Nossa relação com o tempo muda e a forma como lidamos com o dia se torna muito diferente do normal. Isso porque quando viajamos acabamos nos conectando de forma mais intensa com nosso presente. Reparamos mais nos detalhes a nossa volta, escutamos mais as pessoas, damos mais chance ao novo e o inesperado.

 

A viagem tem um puder de cuidarmos mais de nós e nos sentirmos mais livres para isso. Sentimos uma liberdade de criar o que quisermos com o nosso tempo.

 

Seja para descansar, se aventurar, não fazer nada, ou querer fazer tudo, a viagem é um momento de cuidar de si novamente. De voltarmos a nos escutar com atenção. Consequentemente, esse cuidado nos traz um sentimento de auto amor. Como se disséssemos para nós mesmos “nossa, obrigado por esse momento”.

 

Elencamos abaixo alguns dos aprendizados mais intensos que já vivenciamos em nossas viagens. Veja se você se identifica com algum deles:

 

Perda do medo de arriscar

 

No nosso dia a dia, muitas vezes, nos acostumamos a deixar as coisas para depois. Evitamos os riscos e tendemos a repetir nossas atividades. Porém, quando viajamos, surge em nós uma grande curiosidade e tentamos fazer tudo o que for possível pela primeira vez.

 

Acredito que esse sentimento de euforia surja por uma grande conexão com o presente. Devido ao fato de não sabermos quando ou se voltaremos para esse lugar, tendemos a aproveitar o máximo — isso inclui correr mais riscos e fazer as coisas sem racionalizar tanto o que vai acontecer depois.

 

Afinal de contas, quantas histórias já surgiram devido a planos que deram errado? Em um mundo de trabalho onde tudo é mensurado, analisado e calculado, as viagens surgem como uma possibilidade de viver a intensidade do imprevisto.

 

Aprendizado sobre aceitação das diferenças

 

Viajar para um lugar cuja cultura é totalmente diferente da nossa incentiva uma percepção de mundo distinta.

 

Dessa forma, nos tornamos abertos às diferenças dos outros, aprendendo a respeitar as pessoas, os seus costumes, modos de vida e visões de mundo.

 

Prazer de vivenciar novas situações

 

Quando viajamos, frequentemente nos sentimos mais inclinados a experienciar algo novo. A rotina tende a fazer com que as pessoas sejam mais cautelosas e arrisquem menos.

 

Quando começamos a encarar novos desafios e novas sensações, entramos em um estado de maior coragem. Coragem tem origem do latim, e une as palavras cor e aticum, significando coração em ação. Ou seja, estar mais corajoso é literalmente começar a seguir o nosso coração. Fazer as coisas sem racionalizar tanto e deixar nossa essência fluir.

 

Como resultado, sentimos uma sensação muito intensa de liberdade e presença. Muitas pessoas chegam a comentar que esquecem dos seus problemas quando viajam. Isso porque ao viajarmos voltamos ao nosso eixo presente. Prestamos atenção nos mínimos detalhes e as preocupações deixam de ser tão importantes assim.

 

Além disso, vivenciar todas as sensações de euforia, liberdade, coragem e presença contribuem para desenvolvermos, internamente, um sentimento de capacidade. Já dizia no filme “Na Natureza Selvagem” que “é importante na vida não necessariamente ser forte, mas se sentir forte”. E esse sentimento de sermos capazes de enfrentar situações novas e adversas nos fortifica como pessoas.

 

Desenvolvimento da empatia

 

Empatia é a nossa capacidade de entender o outro, de respeitar no sentido de “olhar outra vez” para a realidade de alguém e se conectar com ela. Quando viajamos mudamos o cenário em que estamos inseridos e acostumados. Com isso, nosso cérebro aceita melhor o novo e o diferente. É muito comum relatarmos que as melhores conversas que tivemos foram em viagens.

 

Nossa comunicação funciona de forma similar aos celulares, pois só conseguimos conversar com o outro quando temos sinal para isso. Muitas vezes, no nosso dia a dia, não temos sinal para falar com as pessoas. Cada um está na sua correria, ocupado com suas coisas e não conseguimos desenvolver esse meio fértil para realmente parar tudo e ouvir o outro. Porém, quando viajamos conseguimos sintonizar esse sinal para escutar.

 

Seja uma pessoa nova, um familiar, ou um amigo de uma vida inteira, ao viajarmos temos a oportunidade de olhar outra vez para essas pessoas e, com isso, desenvolver elos mais profundos de conexão e entendimento.

 

Ampliação da educação

 

Analisando a origem da palavra educação, educare vem do latim e deriva da palavra ex, fora ou exterior, e ducere, que significa guiar ou instruir. Logo, educar está intimamente ligado a “guiar para fora”. Ao viajar, desenvolvemos nosso lado mais autônomo e liberto. Nos sentimos mais capacitados a guiar nossas vidas. É o momento em que muitos encontram uma oportunidade de serem quem gostariam de ser.

 

Portanto, considere viajar como uma oportunidade de buscar sua verdadeira essência. Experiências são aprendizados que jamais esqueceremos. Vivenciá-los sozinho, com familiares, amigos ou pessoas que conhecemos pela primeira vez, nos conecta de forma mais verdadeira com o mundo e a vida.

 

O que achou do texto? Se identificou com algum dos pontos citados? Compartilhe com a gente alguma experiência que tenha marcado sua vida. Algum sentimento vivenciado em uma viagem que você jamais esqueceu. Em breve iremos lançar as próximas jornadas no nosso site. Fique ligado e se inscreva em nossa newsletter.

 

Por: André Romanholi

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